Dicas para montar um banco de dados de clientes 

Daltro Coutinho
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Dicas para montar um banco de dados de clientes 

Montar um bom banco de dados irá ajudar a sua empresa a vender mais e alcançar mais clientes. É simples assim.

Vivemos na era dos dados, mas, por incrível que pareça, alguns gestores ainda sentem dificuldades em ter um bom banco de dados para suas empresas, de modo a criar estratégias efetivas.

No artigo de hoje eu vou mostrar como escapar dessa armadilha. Como ter um bom banco de dados e assim impulsionar os resultados da sua empresa. Então, vamos lá.

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Primeiro, o que é um Banco de Dados?

Pode até parecer uma pergunta boba, mas é preciso respondê-la: bom, um Banco de Dados é todo e qualquer reservatório de informações que você tiver disponível, de modo a tomar decisões com base nessas informações.

Por exemplo, a lista de contatos do seu smartphone, com os telefones dos seus contatos, é um banco de dados. Simples, mas é.

Há bancos mais complexos, que possuem também traços de personalidades das pessoas, preferências, entre outras informações.

Para uma empresa, ter um banco de dados dos clientes é fundamental para alcançar melhores resultados.

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Dados Limpos x Dados Sujos

Bem, mas nem todo banco de dados será útil, aliás, se os dados estiverem sujos, é bem provável que o banco seja prejudicial para a sua empresa.

O que são dados sujos? São dados desatualizados, descontextualizados, repetidos, incompletos, insuficientes e ou ilegais. 

Por exemplo, ter os dados cadastrais de clientes desatualizados é um problema. Já que você pode ligar para este prospect e não ser ele mais o dono do número. Aliás, estatísticas apontam que, em média, 40% dos dados das empresas envelhecem e se tornam obsoletos no período de 2 anos. 

Dados limpos devem ser

Bem, agora que já falamos sobre os dados sujos, vou te explicar como um banco de dados de clientes precisa ser.

Todo banco de dados obrigatoriamente precisa:

  • Ter acesso facilitado, em múltiplos dispositivos;
  • Estar com informações confiáveis e atualizadas, protegidas por backup;
  • Serem variados o bastante para que as informações colhidas tenham profundidade;
  • Flexíveis, de modo que possam ser apresentados em gráficos e/ou relatórios;
  • Em abundância (aliás, quanto mais dados confiáveis, melhor).

Agora vejamos as formas de adquirir esses dados dos seus clientes.

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Coloque como objetivo da empresa adquirir estes dados

Bem, para coletar dados você vai precisar que toda a empresa esteja onboard neste processo. De pouco adianta iniciar uma nova estratégia de coleta de dados, se alguns colaboradores não estão tão focados neste tópico.

Portanto, é primordial começar com o mais lógico e implementar um projeto de coleta de dados.

Ou seja, criar metas para conquistar dados dos clientes, com números factíveis que possam ser alcançados já no curto prazo. É importante que você divida essa meta em etapas pequenas, para facilitar a análise do progresso. 

Defina Dados chave para o seu Banco

Mas, quais dados você pretende coletar? Essa é uma parte tão importante quanto a primeira. Veja, muitas empresas acabam indo às cegas e coletando o maior número de dados possíveis dos consumidores.

O que não é bem assim.

Lembre-se de que dados irrelevantes também são dados sujos. Por isso, é importante que você tenha bem claro qual é a jornada de compra do seu consumidor e saiba quais dados podem auxiliar em cada etapa. 

Dicas para montar um banco de dados de clientes 
Dicas para montar um banco de dados de clientes

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Utilize métodos de coleta de dados variados

Agora vamos aos tão desejados métodos de coleta. E nessa hora, as possibilidades são tão grandes e infinitas, quanto é grande e infinito o universo. Achou poético? Mas é verdade.

Veja, os métodos mais utilizados, são:

  • Pesquisas
  • Ofertas de produtos gratuitos, com coleta de dados (e-mail, endereço, idade, etc)
  • Análises de ferramentas de Web Analytics 
  • Uso de ferramentas que fazem leitura das postagens em redes sociais
  • Visão fria do comportamento do consumidor dentro do PdV
  • Observações sobre o comportamento do consumidor em sites
  • Ferramentas que fazem análise completa do comportamento do consumidor na jornada de compras;
  • Enfim, entre muitas outras.

Uma dica importante: a sua ferramenta de coleta de dados não é o mais importante. O Importante é você saber por que você coletou os dados e o que você pretende fazer com eles.

As ferramentas de coletas de dados mudarão, conforme a sua empresa crescer mais e o perfil do seu público for se transformando.

Não se prenda nisso. 

Prefira entender o conceito por trás de uma coleta de dados, assim, você terá conhecimentos que serão utilizados independente da ferramenta de coleta.

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Centralize as informações em uma única ferramenta

Essa dica é de outro. Independente dos seus pontos de coleta, o seu ponto de armazenamento e análise precisa ser único.

Você tem que centralizar as suas informações em um sistema. Pode ser um CRM, ou outro.

O importante é que seja um lugar. É apenas um lugar.

Dados copiados e/ou pulverizados por diversos sistemas são pouco úteis e geram confusão, geram dados sujos.

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Classifique os dados e segmente seus consumidores

Agora você tem os seus dados e eles estão salvos em um CRM único. Chegou a hora de começar a trabalhar com eles.

A primeira etapa é segmentar os dados em grupos menores, mas com características iguais.

Essa segmentação depende, exclusivamente, do seu nicho. Mas, via de regra, é importante segmentar, em:

  • Idade
  • Local de moradia
  • Cargo (ou capacidade decisória dentro da empresa)
  • Média salarial

Assim, você consegue ter uma boa ideia de quais clientes são capazes de avançar na jornada de compra do seu produto/serviço. E quais estão “perdidos” ali no meio.

Não repita dados, atualize os dados antigos no lugar

Por fim, como última dica, é importante você se lembrar de que não se deve repetir dados de maneira alguma. Sempre, sempre, sempre, atualize os dados que estão disponíveis.

Mesmo que o seu banco de dados esteja um caos.  É muito melhor iniciar um processo de limpeza e de atualização, do que apenas copiar os dados para outro lugar.

Cópia de dados e abertura de bancos de dados novos são os principais sintomas por trás de uma estratégia de dados ineficiente e desatualizada.

Bem, isso era o que eu tinha para dizer sobre como criar bancos de dados seguros para a sua empresa.

Gostou do tema? Então, continue acompanhando o Blog. Estou sempre trazendo dicas, notícias e novidades com informações relevantes para marcas, empresas e pessoas.

Agradeço a leitura e até a próxima! 

 

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